quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Próximas rodadas ...

Sei que até mesmo o atual presidente do nosso clube se incomoda e tem as melhores das intenções com a atual situação do bahia, pois mesmo sendo um incompetente, um despreparado e somente um medíocre político, ele é um torcedor, e, como não poderia deixar de ser, deve estar ansioso e preocupado com os dois próximos jogos.

Enfrentaremos o Fortaleza e o Vila Nova, dois times numa situação muito parecida ao do bahia e que temos a obrigação de ganhar para nos livrarmos de uma vez dessa situação incômoda, apesar de justa para alguns. Ambos os jogos serão realizados em PituAÇO e acredito que com duas vitórias acabo deixando de acreditar que a extinção desse clube será adiada por mais algum tempo.

Lendo a matéria de Jorge Freire, logo abaixo, publicada no site do ecbahia, enxergo que, mesmo se mostrando um despreparado e incompetente para o cargo de presidente, o Sr. Marcelo Guimarães - igualzinho ao pai no passado - é insistente e um exemplo extraordinário de hipocrisia, mostra uma preocupação em atrair torcedores ao estádio para apoiar esse timeco vergonhoso e confirma sua participação como “presidente” do clube em 2010, coisa que somente ele, acredito que o próprio pai e Gedel Vieira Lima concordam.

Espero que esses dois jogos Marcelo, Nen, Marcone, Paulo Isidoro, Ananias e Jael possam fazer nossa alegria e continuem demonstrando que sabem respeitar o torcedor vestindo a camisa com dignidade como vimos nos últimos dois jogos do Bahia.

Boa sorte, nós precisaremos!

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Venda de bilhetes contra Fortaleza será antecipada

Jorge Freire

O Bahia anunciou nesta quarta-feira, 28, que irá antecipar a venda de ingressos para o jogo contra o Fortaleza, que acontece na sexta-feira da próxima semana, dia 6. Em seu site oficial, o time garantiu que o departamento de marketing do clube pensará em ações para motivar o torcedor a comparecer ao estádio de Pituaçu.

Estima-se que ainda esta semana os ingressos comecem a ser comercializados. A motivação para a partida contra o Fortaleza começou na noite da última terça-feira, quando o Tricolor venceu o Juventude por 1 a 0 dentro da casa do adversário. O Bahia está fora da zona de rebaixamento e precisa manter o ritmo de vitórias para escapar de vez do fantasma da Série C.

"Nestes dois jogos, o Bahia precisa do seu torcedor lotando Pituaçu. São partidas decisivas para a permanência do Tricolor na Série B e ano que vem, conseguirmos planejar e contratar melhor para a temporada 2010", afirmou, em nota oficial, o presidente do time, Marcelo Guimarães Filho.

www.ecbahia.com.br

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

As estrelas voltaram a brilhar!

O que parecia impossível aconteceu em Caxias do Sul, primeiro uma boa partida onde pela primeira vez conseguimos enxergar alguma vontade nesse timeco, afinal há muito tempo, isto é um pouco raro de acontecer.

Segundo, Marcelo, desde que voltou da última contusão saiu de campo mostrando serviço e melhor, sem acabar falhando. Mostrou que mesmo sem um grande time, temos um excelente goleiro em quem podemos confiar. Fazer história na atualidade depois dos tantos e tantos lamentos estabelecidos por todas as últimas diretorias é uma coisa muito complicada, mas Marcelo a cada rodada se proclama um ídolo nato, portanto, foi uma grande satisfação ver um timeco feio mas aguerrido em campo, onde mesmo com muitos torcendo contra e desacreditado, souberam respeitar o manto tricolor sagrado como se deve ser.

Duas proezas dignas de nota, para Marcelo, primeiramente a confirmação de sua boa fase, superando definitivamente as contusões e algumas falhas cruciais nos últimos jogos, de quebra retirando o bahia de uma situação desesperadora que na minha opinião é a extinção do clube numa provável ida para série c do campeonato brasileiro. A segunda em nos fazer acreditar que ainda tenhamos alguma esperança com o bahia, e que ainda podemos acreditar em alguns ainda têm a dignidade de honrar essa camisa.


Estão de parabéns, Joel, Ananias, Alex Maranhão, que errou muito, mas foi fundamental em seu cruzamento milimétrico para o gol. Paulo Isidoro mesmo se escondendo do jogo em alguns momentos se mostrou um cara indispensável e que nos passa bastante confiança. Marcone me surpreendendo, assim como no jogo contra o Vasco, sem erros cruciais e por incrível que pareça, jogando na bola e não nos adversários. Nen é o cara, e que precisa de Alisson urgentemente ao seu lado, Roberto uma grande promessa e acredito que nos dará muitas alegrias. Hernani, Bruno Silva, Menezes, Leandro, Juliano e Marcos não tem quem consiga elogiar, por mais que não tenham errado, todos eles se escondem da bola e Leandro precisa urgentemente de uma psicóloga, porque daqui a uns dias será caso de polícia.

Da forma como jogaram ontem, ainda nos resta acreditar numa possível permanência na série b, mas para isso é necessário nossa diretoria fazer por onde, pagando e incentivando os jogadores com seus salários em dia.

Que venha o fortaleza muito enfraquecido e que aqui tenhamos a mesma sorte e a competência de nosso grande goleiro, que tivemos em Caxias do Sul. parabéns ao grupo e a Bonamigo, ao herói que ensinou a Marcone e Ananias como se joga bola. Espero que ele consiga fazer o mesmo com Marcos, Menezes e Nadson, para podermos ter noites de sono como essa última.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Hoje é dia de...

...jogo do Bahia e o dia já não é tão alegre, o sol já não brilha tão forte, as ruas já não estão mais coloridas de azul, vermelho e branco, ninguém mais acorda gritando "bora bahêa minha porra". A família Guimarães acabou com tudo, essa família está jogando o nosso amado clube na lama, assim como fez com o seu própio nome. Golpistas, mentirosos, políticos corruptos e manipuladores.

Tá na hora de adar o troco. Diga NÃO a família Guimarães e cia (Sr. Geddel Vieira Lima, que articulou a chegada de MGF ao Bahia), nas eleições de 2010.

Mas hoje também é dia de chamar meu amigo Cintra, pai de WM para assistir ao jogo e tomar uma gelada.


Bahia: Marcelo, Leandro, Nen e Menezes; Bebeto, Marcone, Hernani, Ananias e Alex Maranhão; Nadson (Roberto) e Jael. Técnico: Paulo Bonamigo. Vá matar o Diabo.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Ex-presidente fala sobre sua paixão pelo clube

De Raphael Carneiro, da Tribuna da Bahia

Mal de Parkinson, separação da mulher, esquecimento da sociedade, falência econômica e financeira e, até mesmo, o nome retirado da sede de praia. Foi isto que sobrou para o arquiteto Antonio Pithon. Fruto de uma paixão irrefutável pelo Esporte Clube Bahia e, como ele próprio definiu, “extrema boa fé”.

Antônio Pedreira Pithon iniciou cedo sua trajetória no Bahia. No ano de 69 foi chamado para assumir o cargo de diretor social e comandar a campanha “Sou Bahia, estou em dia”. Desde então não saiu mais da vida tricolor. Trabalhou em todas as diretorias a partir daí. Projetou e construiu o Centro de Treinamentos do Fazendão e a sede de praia da Boca do Rio. Até que se tornou presidente. Foram apenas 17 meses de gestão, mas o suficiente para transformar a vida.

Pithon repetiu o erro de muitos dirigentes da fase romântica do futebol. Deixou o amor pelo clube superar a vida pessoal. Até mesmo quando presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF) lutou pelos diretos tricolores e foi um dos responsáveis pela inclusão do Bahia na fundação do Clube dos Treze.

Como presidente, a paixão gerou atos inconsequentes. Assim como muitos dirigentes e até alguns torcedores fariam, misturou a vida pessoal com o clube. Na tentativa de sanar dívidas, pegou um empréstimo pessoal de R$ 150 mil com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para pagar contas do Bahia.

O ato extremado não resolveu. A renúncia foi a solução encontrada. “No dia do aniversario de meu pai, saí de casa, fiz uma oração e disse: "meu pai, se o senhor estivesse vivo, o senhor iria aplaudir a minha atitude. Estou me afastando definitivamente do futebol", comentou Pithon.

Os problemas, no entanto, só aumentaram. O grupo que assumiu o tricolor passou a culpá-lo pelos fracassos. Seu nome foi retirado do ginásio de esportes que recuperou quanto presidente, mas, apesar de tudo isso, o amor impede que ele critique o clube. “Não foi o Bahia que me fez mal. Fui eu mesmo”.

Há 12 anos afastado do futebol, Pithon garante não ter voltado a pisar os pés na Fonte Nova ou Pituaçu para assistir uma partida de futebol. Os jogos, acompanha apenas pela televisão, sempre ao lado da atual esposa, a artista plástica Laila, e com a companhia de dois gatos.

Mãos trêmulas, fala arrastada e memória falha. Quem acompanhou o arquiteto Antonio Pithon nos 16 meses em que lutou pelos direitos do Bahia, pode se espantar com a trajetória dele ao deixar o clube. Homem rico, acostumado a viagens ao exterior, viu sua empresa falir, terminou o casamento e chegou a morar por seis meses na Casa de Retiro São Francisco.

Crucificado por muitos como o responsável pelo início da pior fase na história do clube, com a queda para a 2ª Divisão em 97, ele sentencia: “Sofri muito. Se não fosse minha capacidade para exercer a minha atividade de arquiteto, se não fosse a minha querida companheira (atual) que hoje está ao meu lado, eu não iria sobreviver”.

Pithon recebeu a reportagem da Tribuna da Bahia, há 15 dias em sua casa na Pituba, para aquela que considerou a primeira entrevista em que abriu o jogo sobre sua vida. Por mais de uma hora e meia contou histórias de quando era presidente da Federação Bahiana de Futebol (FBF), como diretor e presidente do Bahia e resistiu, mesmo quando as lágrimas ameaçaram rolar pelo rosto.

Arquiteto renomado no Estado, com mais de 500 obras realizadas, ele viu sua vida ruir em questão de meses. Deixou o Bahia em novembro de 1997. No ano seguinte, a renomada empresa de arquitetura fechou as portas. O casamento que rendeu três filhos, também não resistiu. Muito menos a sua própria saúde.

As mãos, que já elaboraram projetos linearmente, já não têm a mesma precisão. Dificuldade até mesmo na hora de apontar anotações em um livro. “Você desculpe esse negócio, eu estou com Parkinson, viu!?”, afirmou pouco antes de fracassar na tentativa de segurar um copo com limonada.

As causas da doença não são diagnosticadas. Mas, tudo indica que o Parkinson tenha origem no stress e decepções gerados ao deixar o clube. “Quando diziam que eu tirei dinheiro do Bahia, aquilo me atravessava o coração de um jeito...”, lembrou.

Os problemas na saúde foram acompanhados de mudanças drásticas na vida pessoal. O fim da empresa e a única renda gerada pela aposentadoria fizeram com que o arquiteto tivesse de recorrer à Casa de Retiro São Francisco. Depois de seis meses, foi morar em um apartamento na Ilha de Itaparica e viveu uma das piores fases de sua vida. “Fui até para algumas sessões espíritas”, revelou.

A volta por cima aconteceu somente depois que conheceu a atual companheira, a artista plástica Laila. “Estava na casa de uns amigos e falei para eles: ‘preciso conhecer alguém. Não aguento mais essa solidão”.

Hoje, Pithon já se considera recuperado. Os pedidos por projetos voltaram a aparecer. O cinema se tornou especialidade, com desenhos em Salvador e Angola. Aos 68 anos, depois de tudo pelo que passou, dá um perfeito exemplo de grandeza.

“Não tenho mágoa de ninguém. Isso não melhoraria em nada o que eu vivi”.


A pergunta é: E nós, vamos dar o troco nesses caras ou não? Diga não a família Guimarães e cia em 2010.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

ABL destaca "queimação" política de Marcelinho


O texto abaixo acaba de ser divulgado pela Associação Bahia Livre:

"Quando o deputado federal do PMDB, Marcelo Guimarães Filho, assumiu a presidência do Bahia, após mais uma eleição viciada, na qual votaram amigos, empregados e membros da família Maracajá e da família Guimarães, presumiu-se que o deputado teria a perder agindo de maneira perniciosa como é o costume de seus companheiros, ou melhor, que, mesmo sem altruísmo algum, que ele percebesse que democratizando o Bahia teria um enorme ganho político e por isso pudesse haver, de fato, algum tipo de mudança no clube (principalmente depois que Marcelo Filho tornou público sua pretensão de ser o candidato de seu partido para a sucessão do atual prefeito de Salvador). Mas por vontade própria ou por imposição de outras pessoas de seu grupo, os interesses feudais que ele representa estão acima de qualquer interesse político do deputado.

Nas suas manifestações antes da campanha, fazendo pose de democrata, prometeu que as próximas eleições no clube aconteceriam por votação dos sócios e não do Conselho Deliberativo, mas imaginação e limites não existem quando se trata do Bahia e de seus dirigentes. Eis que após diversas reuniões ao longo do ano para ganhar tempo, o deputado-presidente surge com a seguinte proposta:

1) Apenas dois candidatos seriam indicados pelo Conselho Deliberativo para a escolha pela Assembléia Geral.

2) Renovação de um terço do Conselho Deliberativo a cada 3 anos.

Essa proposta torna o clube muito mais antidemocrático, haja vista que a Situação possui 95% do Conselho Deliberativo, impedindo assim que se tenha algum candidato de Oposição antes de 2020 (na melhor das hipóteses), pois nessas circunstâncias sempre serão indicados dois candidatos da Situação.

Em resumo, ao tentar-se ludibriar a torcida com uma falsa democracia, já que agora os sócios poderiam votar para presidente, andou-se para trás, intensificando-se ainda mais a ditadura existente no clube, com a intenção de prolongar o domínio nefasto desses falsos tricolores por longa data. Utilizando uma expressão Odoriquiana, o que se pretende implantar no Bahia é uma “DEMOCRADURA”, uma ditadura disfarçada de democracia.

Só nos interessa a carreira política do deputado Marcelo Guimarães Filho na medida em que ele negligencia sua função de presidente do clube para cuidar dos seus interesses políticos, mas nada temos a ver com o fato do deputado prejudicar seus correligionários e jogar sua carreira política pelo esgoto levando a reboque seus companheiros de partido, o PMDB, pois é natural que a torcida venha dar uma resposta proporcional ao seu comportamento antidemocrático e ao seu despreparo como gestor nas eleições de 2010".


Pois é,

Belo texto, mas faltou citar os nomes. Eu começo, Sr. Geddel Vieira Lima candidato ao Governo do Estado foi quem articulou junto com o Sr. Marcelo Guimarães a entrada de MGF ao Esporte Clube Bahia. Esse também deve ter uma resposta negativa da Nação Tricolor nas eleições de 2010. Quem quiser continuar...

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Extinção

É triste e muito desanimador ver um time como o do bahia em campo. Um time que foi dirigido por 4 técnicos e pelo menos uns 130 preparadores físicos, os quais nenhum deles conseguiu chegar aos pés de Valmir Cruz, que não era lá muita coisa e que foi seduzido pelo dinheiro dos corintianos e que fez o melhor pro bolso, caiu fora!

O bahia continua sem nenhum esquema tático, coisa que nenhum dos 4 técnicos conseguiu fazer com esse timeco, o que comprova a baixa qualidade técnica desse elenco e que faz se destacar ainda mais com seus 3 meses de salários atrasados.

E se você acredita que a mediocridade de “nossa” diretoria é destaque dentro de campo, hoje lendo uma matéria do Jornal A Tarde em que destaca a possível falência do Clube, onde o que se arrecada não se chega a metade do que se deve, graças as administrações dos último 10 anos, em que se acumulou uma dívida gigantesca.

A situação é tão complicada que nem mesmo eu tenho mais saco nem paciência para escrever algo sobre esse que um dia foi motivo de orgulho.

Pela primeira vez no ano eu me empolguei com esse atual presidente, quando ele mandou os vices que lá estavam pastar, pena que macaco não olha pro próprio rabo, pois assim fosse, logo em seguida ele entregaria o cargo e não hesitaria em convocar os conselheiros para estabelecer e realizar uma eleição direta, sem nenhum interferência política e nos permitiria viver sem sua inútil presença.

O bahia, que ainda ponderam como um grande time, é o único que ainda insiste em ter como “presidente” um político, quando todos os outros clubes já perceberam que a única saída para essa situação é a profissionalização, organização e o afastamento de interesses pessoais.

O atual presidente, afirma que as dificuldades se iniciam com a herança deixada pelo Sr. petrônio barradas, que nada mais foi que um laranja de um eterno que todos nós sabemos de quem se trata, mas esquece do rombo que o próprio pai deixou no clube ao sair, além da primeira visita à terceira divisão do futebol brasileiro e uma dívida em torno de R$ 20 milhões. Hoje temos um outro marcelo guimarães, alfabetizado, e com a mesma capacidade medíocre de administrar o clube, sem nenhum conhecimento e muita conversa fiada.

Se o Bahia, de marcelo Guimarães, consegui a proeza de mais uma vez voltar pra terceira divisão será o início de sua extinção.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

é isso aí!


Salvador, 30/09/2009 - barraLIXO, no jogo entre o vice x Genérico pela Sulamericana.

Se referindo a demissão de um "profissional", mais um incompetente, que um dia vestiu a camisa do bahia.

Já se foi o diretor de marketing e o gestor de futebol, agora só falta o presidente nos permitir votar e mandar ele pra casa do caralho, ao lado das outras carniças. FORA mgf!

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

E agora Guimarães?

E agora? o Bahia está perto do fundo do inferno, coisa boba culpa da politicagem de sr. Geddel e a família Guimarães. Mas porque ninguém diz a verdade? Que MGF nunca gostou de futebol, e a competência de PC, tá aonde? ficou lá atrás. 45 jogadores contratados, um folha que não se justifica, e agora o que vamos fazer? Vamos ficar igual ao Ecbahia e ao Blog o tal BBMP fazendo piadinhas e tomando cerveja com o presidente e fazendo apostas de quem vai cortar cabelo. Uma pergunta, O que será de um clube que coloca um garoto da base, que entrou em um jogo que tinhamos a obrigação de ganhar de qualquer jeito e o irresponsável se achando Ronaldinho Gaúcho faz uma brincadeira perde a bola o time toma o gol. Uma falta de respeito com o toredor, assim como tudo e todos no cluba. Chega.

Já vi esse filme...

O que falar de um time como esse, Vergonhoso? Medíocre?

É triste ver um técnico colocar o cargo a disposição, sem ter culpa, sem participar efetivamente dessa humilhação. Acredito que a partir de agora ele não acredite em G4, não tenha nenhum tipo de esperança , a não ser em uma realidade que todos nós sabíamos que é o purgatório, MAIS UMA VEZ, graças à "nossa" diretoria.

O que adianta prometer pagar o que deve, sem mostrar um comprovante de depósito e viver de promessas?

Estamos prestes a rever um drama, e o pior, desta vez não teremos Charles, que Deus sabe onde está ,para fazer um gol aos 49 do segundo tempo para continuarmos esperançosos por um ressurgimento das cinzas.

Parabéns mg, saudações pc, vocês sabem como iludir uma nação, dirigir um clube e são especialistas em humilhar uma torcida. (APLAUSOS)

terça-feira, 29 de setembro de 2009

? ? ? ?

Passei para fazer algumas perguntas antes do baba de hoje à noite:

1º - R$ 15,00 é um preço justo para assistirmos o jogo do bahia contra um time chamado Duque de Caxias? ;

2º - Algum presidente, durante todos esses anos de desengano, pensou em colocar ingressos a preço popular para fazer o público comparecer ao estádio, como acontece com os times mineiros e cariocas? ;

3º - Será que o bahia não tem nenhum prestígio pra fazer com que jogos como esses, de prováveis rebaixados, fossem realizados num horário mais justo pra nós torcedores?

4º - Quem foi Duque de Caxias?

... Quem diria, um jogo decisivo, contra o Duque de Caxias!