segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Extinção

É triste e muito desanimador ver um time como o do bahia em campo. Um time que foi dirigido por 4 técnicos e pelo menos uns 130 preparadores físicos, os quais nenhum deles conseguiu chegar aos pés de Valmir Cruz, que não era lá muita coisa e que foi seduzido pelo dinheiro dos corintianos e que fez o melhor pro bolso, caiu fora!

O bahia continua sem nenhum esquema tático, coisa que nenhum dos 4 técnicos conseguiu fazer com esse timeco, o que comprova a baixa qualidade técnica desse elenco e que faz se destacar ainda mais com seus 3 meses de salários atrasados.

E se você acredita que a mediocridade de “nossa” diretoria é destaque dentro de campo, hoje lendo uma matéria do Jornal A Tarde em que destaca a possível falência do Clube, onde o que se arrecada não se chega a metade do que se deve, graças as administrações dos último 10 anos, em que se acumulou uma dívida gigantesca.

A situação é tão complicada que nem mesmo eu tenho mais saco nem paciência para escrever algo sobre esse que um dia foi motivo de orgulho.

Pela primeira vez no ano eu me empolguei com esse atual presidente, quando ele mandou os vices que lá estavam pastar, pena que macaco não olha pro próprio rabo, pois assim fosse, logo em seguida ele entregaria o cargo e não hesitaria em convocar os conselheiros para estabelecer e realizar uma eleição direta, sem nenhum interferência política e nos permitiria viver sem sua inútil presença.

O bahia, que ainda ponderam como um grande time, é o único que ainda insiste em ter como “presidente” um político, quando todos os outros clubes já perceberam que a única saída para essa situação é a profissionalização, organização e o afastamento de interesses pessoais.

O atual presidente, afirma que as dificuldades se iniciam com a herança deixada pelo Sr. petrônio barradas, que nada mais foi que um laranja de um eterno que todos nós sabemos de quem se trata, mas esquece do rombo que o próprio pai deixou no clube ao sair, além da primeira visita à terceira divisão do futebol brasileiro e uma dívida em torno de R$ 20 milhões. Hoje temos um outro marcelo guimarães, alfabetizado, e com a mesma capacidade medíocre de administrar o clube, sem nenhum conhecimento e muita conversa fiada.

Se o Bahia, de marcelo Guimarães, consegui a proeza de mais uma vez voltar pra terceira divisão será o início de sua extinção.

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